quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A propósito de Rio de moda.

140 caracteres son muy poco para mi. Estoy hasta dudando en que idioma escribir. Yo, la políglota. Pero de lejos necesito desahogarme. Y recurro a las letras, nosé si bien o mal, en español, portugues, que se yo!
Porqueria de twitter, no me dejaré seducir, es maligno. La pereza de leer.
Ideas totalmente a toa

Mi história en Rio, mis casi 5 años en la ciudad. Hace parte de mi. Ya escribí sobre la ciudad, nunca de las contradicciones de los cariocas. Talvez porque siempre explicaba lo que sentía en la mesa de un bar. Comiendo pizza, bebiendo cerveza (solo yo) y en la época, fumando.

En mi estadia fuera de Rio,no he conseguido sentarme en un bar a beber cerveza y conversar sobre contradicciones. No porque no he querido, sino porque no me he encontrado. Fica dificil.
Hoy, como solo veo Rio en la tv, me acuerdo de las contradicciones. Y eso sí,Rio siempre vivió en medio de una guerra civil. Lo dije en la clase sobre politicas publicas en la ENSP a la profesora Celia Almeida en 2006. Admiraba como viviamos en ese medio, y mi impresión era que solo yo tenía miedo. Los otros no salían corriendo cuando oían tiros, no se echaban al suelo, no gritaban. Era parte del cotidiano. Quería ser así en la época.

Y lo acepto, nunca me acostumbré. Tenía miedo de coger el bus de la ensp porque pasaba cerca de la favela, tenía miedo de ruidos. Una vez, estabamos con mi roommate paseando por copacabana cuando escuchamos un Bom!!!. Mi roommate era ecuatoriano. Eĺ: un tiro! yo: (grito). Era un carro pasando por una tapa de alcantarilla (tampa de esgoto).
Un dia, fuimos a dejarle a una de las cariocas más valientes a su casa, en la Ilha. Teníamos que pasar por esa avenida q me causaba terror. Para colmo, no había luz. Estuve acostada en el asiento de atŕas durante todo el viaje. Casi llorando de miedo. No pasó nada, solo se rieron de mi cara y actitud cobarde. Y soy una, que tiene una saudade enorme de esa ciudad y su gente.


Amigos, estoy entregando la súmula psicopatológica de mi persona.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sete Belo é aquela bala rosa, da embalagem com a carta do baralho, com gosto de infância. A embalagem está aí, no logo do blog. O gosto de infância está nas tais prosas agridoces, porque infância é memória, saudade das tardes fagueiras, do romantismo de Casimiro de Abreu. Mas infância é também o que a gente leva ao longo da vida, o romantismo que faz médicos psiquiatras fantasiarem que podem escrever, tentar escrever um blog coletivo. O entusiasmo acabou rápido, tal qual crianças que enjoam logo da brincadeira, paramos de escrever. Alguns nem conseguiram começar. Mas aí, como senescentes ainda não estamos, e como estranhas coincidências existem nesse mundo, lembramos, eu e Vitor, no mesmo mês, do blog. Venho eu visitá-lo, como quem visita o Coliseu, já sabendo que nada mudou, e me surpreendo com a postagem novinha ainda do Vitor. Só pode ser um sinal dos deuses para recomeçarmos a brincadeira. Alguém quer mudar as regras?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

segunda-feira

Sou o responsável pelos posts das segundas-feiras. Escolhi a segunda talvez para ter todo o final de semana para sofrer com o compromisso que não seria cumprido na fatídica segunda.
Esqueci até da existência do blog, e foi o google (sempre ele) quem me lembrou. E escrevo hoje, pela primeira vez. Numa quarta-feira.
Os autores deste blog estão muito distantes, já não vejo Felipe, Rodrigo, Majana e Clarisse há mais de um ano. Rodrigo até se casou, e não estive lá. Eu ando muito longe. Talvez escrever aqui possa ser um movimento de reaproximação.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

En nuestro reencuentro...

En mi reencuentro con este blog, solo quiero comentar. Uribe puede candidatizarse para un tercer mandato en Colombia. Chavez, por eso, fue catalogado de dictador, Zelaya en Honduras, al intentar hacer eso, fue derrocado.
Pero Uribe está bien, tiene el permiso de los medios de comunicación, porque él no es dictador....no...

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Estuve viendo una noticia, en la Record News. Era de una mujer que era copeira ( es decir, tipo cocinera) y que consiguió ir a Cuba a estudiar Medicina. El reportaje se trataba de cómo ella habia conseguido, después de dos años conseguir el dinero para el pasaje para venir a Brasil de vacaciones, a través de la venta de habanos a los brasileños y así pudo juntar el dinero. Vino de vacaciones. Mal sabe la pobre y los periodistas, que cuando venga a Brasil, simplemente no podrá ejercer la medicina, pues para revalidar su diploma tendrá que vender muuuchos habanos, y ejercitar la paciencia.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Meu fim

Meu fim. Assunto delicado para acertarmos assim, num golpe certeiro de algumas frases trocadas em um dia sem importância de um julho leviano. Voltarei mais tarde a isto, antes pedirei ao rapaz que traga mais água e talvez vinho. E tarte au fraises, uma fatia. Fazia algum tempo que não vinha aqui e eis os mesmos vultos com os cotovelos enfiados nas mesas, o mesmo rapaz de avental manchado de gordura, uma e outra adolescente de olhos gastos flertando com ele, o mesmo cardápio tão fora de moda. Tarte au fraises, francamente! Ultimamente em todos os lugares servem cerejas ou ameixas. Negras de tanto sumo rubro e com o mesmo exato efeito sobre o paladar, uma acidez delicada que vai ao doce com a diluição em saliva e por fim... é só. O que me lembra o que eu dizia. Meu fim. Em breve, muito em breve. Aguarde. A vida também foi para mim de uma acidez delicada e também foi doce, mas olhando daqui, a ponto de partir, creio que foi um rastro vermelho em líquido transparente, breves lembranças de amigos e amantes dissolvidas na mente entre aquilo que certa dama ousou vestir em um jantar requintado ou um telefonema urgente que nunca consegui realizar. Futilidades. Você sabe, telefonemas nunca foram o meu forte. A você, no máximo, poucas palavras trocadas na saída do escritório e já a pressa de partir era grande. Horas depois, eu o via chegar a nossa casa dizendo não entender tanta pressa. Só o hálito rescindindo a álcool barato e a camisa amassada no colarinho tentavam alertar-me de algo que eu já sabia e, acredite, até mesmo consentia, pois antes me ocupava do horror que vinha toda noite atentar o recato das cortinas do nosso quarto. Agora percebe? Meu fim. Muito, muito próximo, querido. Mas para você é um recomeço possível e talvez até uma moça o encontre. Na saída de um bar ou em um lugar da moda, enevoado pelo vinho. Como seus pais tantos queriam. Aí vocês se casam e têm filhos gordos e, quem sabe, um magrelo com o olhar perdido e triste como o seu. Como o que me acertou em cheio naquela repetição de vadios e viciados que dançavam naquela boate e consumiam bebidas amargas, sexo rápido e drogas sintéticas. Lá, onde só havia você, magrelo, dançando e me olhando de um jeito que. Me comoveu, sabe? Não entendia o por quê. Eu então virei um só querer você, querer o seu olhar dentro do meu. Como duas galáxias que se fundem, você dentro de mim, em meio às estrelas! Dali, o seu olhar me seguiu, mesma rua, mesmo trabalho, mesmo escritório, mesmo apartamento, mesma cama. Muito, muito próximo. Querido: como poderíamos sobreviver a isso? Cedo ou tarde. Tarde demais para um de nós. O fim. Próximo, lentamente próximo. Querido. Um dia, será também a sua vez, sabia? Você não estará só. Eu te verei. Você não me lançará o mesmo olhar, perdido e triste, mas saiba que, próximo, tão lentamente e próximo, querido. Eu te verei. Aguarde. Muito próximo. Querido. Eu te verei. Meu fim.

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

No quiero fin

Será que este tema trazia consigo já, implícito, inconscientemente o fim?
Aqui tentando que não seja assim.

fim


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domingo, 31 de maio de 2009

O fim, um pequeno texto sobre a rádio Antena 1 Rio

Já nascera um pouco depois dos anos gloriosos do rádio, fora cria da televisão, das imagens com som, sem aparente espaço para a criatividade e imaginação, quando tudo é dado de pronto. Mas ainda assim criara o hábito de ouvir rádio. A mãe ouvia AM durante a semana: sempre sabia das notícias, das polêmicas, das fofocas, mas pouco se ouvia música. Domingos pela manhã eram os dias do pai e as rádios FM, com músicas que aos seis anos de idade pareciam chatas, mas que alguns poucos anos depois já começariam a fazer mais sentido. Aos poucos foi criando um gosto musical, com influência daquelas rádios, as menos populares, cheias de MPB, músicas antigas. Assim foi conhecendo a Bossa Nova, Beatles, rocks clássicos de 50 a 70, músicos brasileiros, estrangeiros como Fito Paez e Carpenters (teve uma fase, lá pelos 16 anos em que era fã da dupla de irmãos, isso mais de 10 anos após a morte de Karen Carpenter), ou ainda Beach Boys e Savage Garden, músicas algo diferentes entre si, sem dúvida, mas mais díspares daquilo que seriam as "mais tocadas" das outras rádios. Construiu assim um gosto eclético, com preferências clássicas para alguns, velhas para outros, apenas músicas e músicos prediletos para ela. Identificações que se faziam menos que era moda, mediadas por outras forças, afetivas talvez, que faziam lembrar as manhãs da infância e das músicas "chatas" de então.
Não se tornou uma conhecedora de música, nada entendia de harmonia, melodia ou pautas, mas acreditava que aqueles artistas que escreviam as músicas a conheciam e suas músicas, ouvidas no meio de um engarrafamento na cidade ou numa tarde de domingo no quarto, eram conversas, histórias cantadas que falavam de histórias e sentimentos, que a faziam sentir-se em casa e em outro lugar ao mesmo tempo.
Agora não teria mais tantas músicas. Mais uma rádio suspendia sua transmissão no espaço radiofônico do Rio de Janeiro. Outros sons seriam levados pelas ondas da freqüência de 103,7 kHz, não mais os da Antena 1 Lite FM.


Goodbye Ruby Tuesday
Who could hang a name on you?
When you change with every new day
Still I'm gonna miss you

Ruby Tuesday (Mick Jaeger & Keith Richards)